Nascido na cidade de Sanok, em 1929, e formado em arquitetura em 1955, o gênio polonês Zdzislaw Beksinski foi mestre de obra, escultor, desenhista, fotógrafo e pintor – profissão que lhe deu maior reconhecimento. Há um museu em sua homenagem na cidade em que nasceu, e ele é considerado um dos maiores artistas poloneses até hoje.
Zdzislaw Beksinski nunca teve treinamento profissional em pintura. Suas pinturas, como ele mesmo descreveu, eram como “fotografias do mundo dos sonhos”. Ao som de música clássica, o pintor tentava retratar seus mais sinistros pesadelos, com cenários pós-apocalípticos, imagens distorcidas de paisagens surreais, morte, esqueletos tendo relações sexuais e desertos imensos e assustadores.
Então ele era uma pessoa perturbada e violenta? Não. Aliás, as pessoas que o conheciam diziam justamente o contrário: era calmo, gostava de conversar e nunca faria mal a ninguém. Talvez sua vida tenha sido o cenário de onde ele tirava maior inspiração para suas pinturas.
Seu desfecho foi trágico. Sua esposa faleceu em 1998, e seu filho cometeu suicídio um ano depois, na véspera de natal. Quanto à morte do próprio Zdzislaw, temos ainda mais a lamentar.
Em 2005, ele foi encontrado morto em seu próprio apartamento, com 17 facadas em seu corpo. O assassino: o filho adolescente de sua enfermeira de longa data.
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